terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Não pagar pra ver

Pedágios: quem gosta de pagá-los?

Eu não gosto. Aliás, não sei de ninguém que goste. Conheço muitos que afirmam preferir pagar pedágios a trafegar por estradas esburacadas. O que até faz sentido. Mas gostar de pagar, isso não tem ninguém.

É inegável que o preço cobrado nas praças de pedágios gaúchas é exagerado. Dêem uma volta pela Argentina e o Uruguai só para comprovar. Logo, é compreensível que muita gente dê um jeito de escapar da cobrança.

Um dos desvios de pedágio mais conhecidos e utilizados é o da praça de Soledade, que pode ser observado na imagem de satélite abaixo, retirada do Wikimapia.


Bem, eu nunca tinha feito uso desta rota, mas na minha penúltima ida a Porto Alegre, como dispunha de tempo, decidi vivenciar esta experiência.

O trecho é muito ruim: muita pedra, irregular, poeira. Para aqueles que como eu costumam encher bastante os pneus quando pegam a estrada, o roteiro é um contínuo trepidar. Mas apesar dos riscos de furar um pneu e de soltar todas as peças do carro, o desvio é bastante utilizado. É raro passar por lá sem se deparar com algum motorista entrando ou saindo da estrada, dispostos a economizar os R$ 5,40 da tarifa.


Apesar de que a sensação de economizar me é bastante aprazível, confesso que não faço muita questão de repetir minha experiência. E nem é consciência pesada ou algo do gênero. Apenas acho que o risco de sofrer uma avaria no carro não compensa o valor economizado.

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