quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Frohe Weihnachten

Nostalgia é manter viva as tradições. E assim o faço.

Desde meados da década de 80 eu sou o responsável pela montagem do presépio aqui em casa, tão logo se aproxima o Natal.

Bem, o nosso parâmetro é o calendário litúrgico, ou seja, o período de Natal começa no primeiro domingo do Advento, apesar de já podermos ver motivos natalinos no comércio desde o final de outubro. Mas tudo bem, eles querem vender e tal...

Voltando ao presépio: como eu já escrevi, a incumbência de montá-lo é minha, assim como da árvore de Natal, sempre ao som de músicas natalinas (boa parte delas em alemão). E sempre foi assim, com exceção apenas do ano de 1995, quando fiz meu intercâmbio na Alemanha. E sempre com alegria. Tenho excelentes recordações dos Natais da minha infância, é um dos períodos do anos que sempre me deixou muito feliz, mesmo que aparentemente não tivesse motivo para tal.

Sei que isso pode desagradar 25% dos meus quatro leitores, mas tenho muito pena dos ateus nesta época: para eles, este período não passa de uma mera troca de presentes, tal qual os exploradores faziam com os índios, num sinal de confiança e amizade. E ai de nós se não presentearmos familiares, cônjuge, colegas de trabalho, a sogra... onde já se viu...

Já pensei seriamente em não dar nenhum presente para ninguém no Natal, apenas um abraço, um soriso e um "Feliz Natal". Mas nunca tive coragem.

Ainda está em tempo, não comprei nada para ninguém. Mas o presépio eu já montei, como podem ver:


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